O comentarista ponderou que as duas seleções começaram bem o torneio, mas vê diferenças no peso emocional do duelo e no encaixe de estilos, além de dúvidas sobre o Brasil confirmar a liderança do grupo.
Eu entre Holanda e Japão ainda prefiro pegar o Japão, claro. Acho que no mata-mata um pouco de transição pode pesar. Acho que os japoneses vão olhar para a camisa do Brasil e podem sentir um pouco mais do que os holandeses sentiriam. Então, nesse caso eu ainda preferiria pegar o Japão, mas eu acho que seria jogo muito, muito duro porque o Japão é um time muito bem organizado. O Japão evoluiu tecnicamente também e no aspecto tático. Danilo Lavieri
Danilo disse que a evolução tática das seleções “da parte de baixo do ranking” aparece nesta Copa e contou que a comissão de Carlo Ancelotti enxerga um Mundial mais equilibrado do que o anterior. Para ele, isso aumenta o nível de dificuldade para o Brasil.
O comentarista também se alinhou ao tom de alerta de Mauro Cezar Pereira e Juca Kfouri sobre a liderança da chave. Danilo afirmou que não consegue ver derrota para a Escócia, mas não descarta um jogo travado, com pouca criação.
A Holanda é um time melhor do que o Japão, mas o jogo do Brasil provavelmente se encaixaria melhor na Holanda do que no Japão porque a Holanda daria esse contra-ataque já citado pelo Mauro, enquanto o Japão contra-ataca. Rodrigo Mattos
Já Juca Kfouri reforçou que, em mata-mata, tradição e “peso da camisa” ainda influenciam o comportamento do adversário. Na visão dele, o Brasil pode provocar um tipo de pressão que o Japão não provoca.
É diferente você enfrentar o Japão num mata-mata de Copa do Mundo e enfrentar o Brasil. Não que camisa jogue, necessariamente, mas que pesa, pesa. Uma coisa é você olhar do outro lado e ver uma seleção brasileira, outra é ver uma seleção japonesa. Juca Kfouri
Redação com Uol

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