Anadia/AL

22 de junho de 2024

Anadia/AL, 22 de junho de 2024

Jean Wyllys critica a ‘imprensa neoliberal e tradicional brasileira por apoiar Musk, o aspirante a novo Hitler’

De acordo com o petista, o bilionário dono da rede social X é um 'sociopata amigo de ditadores' | 17:46

ABN - Alagoas Brasil Noticias

Em 13 de abril de 2024

Jean WILYS

Jean Wyllys (Foto: Reprodução)

O ex-deputado federal Jean Wyllys (PT) bateu duro na imprensa tradicional brasileira pela cobertura sobre os “evidentes ataques” feitos pelo dono da rede social X, Elon Musk, “aspirante a novo Hitler”. “É a pura expressão do complexo de vira-lata da classe dominante no Brasil”. “Uma gente capaz de sabotar o governo social-democrata do próprio país para servir a um sociopata amigo de ditadores mundo a fora”, escreveu o ex-parlamentar em uma de suas redes sociais.

Citado pelo ex-deputado, Adolf Hitler (1889-1945) foi ditador da Alemanha nazista, onde cerca de seis milhões de judeus morreram durante o Holocausto (1941-1945).

O petista associou Musk ao ex-ditador por causa dos ataques verbais feitos por Musk ao Supremo Tribunal Federal brasileiro. Investidas contra o Judiciário são uma estratégia usada por trumpistas nos Estados Unidos e por bolsonaristas no Brasil, com o objetivo de passar a mensagem de que a Justiça atrapalhava a governabilidade.

O petista associou Musk ao ex-ditador por causa dos ataques verbais feitos por Musk ao Supremo Tribunal Federal brasileiro. Investidas contra o Judiciário são uma estratégia usada por trumpistas nos Estados Unidos e por bolsonaristas no Brasil, com o objetivo de passar a mensagem de que a Justiça atrapalhava a governabilidade.

Em 8 de janeiro de 2023, apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) invadiram a Praça dos Três Poderes, em Brasília (DF), e defendiam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não continuasse governando o Brasil mesmo depois de eleito no ano anterior.

Atualmente, a Polícia Federal brasileira investiga um plano golpista feito no governo Bolsonaro. A tentativa de golpe previa a prisão dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, além do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Entre os alvos da operação estão Braga Netto, Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira, todos generais e antigos assessores de Jair Bolsonaro.

Redação com Brasil 247

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