Anadia/AL

22 de janeiro de 2026

Anadia/AL, 22 de janeiro de 2026

Lula define prioridade e ministros disputarão Senado

Teo Cury, no CNN Novo Dia, traz informações sobre a prioridade do governo em ampliar presença da base aliada no Senado; entre os cotados para deixar ministérios estão Gleisi Hoffmann, Marina Silva e Rui Costa

ABN - Alagoas Brasil Noticias

Em 21 de janeiro de 2026

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(Foto: Tânia Rego/Agência Brasil)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está definindo estratégias e prioridades para as eleições de 2026, com foco especial na ampliação da base governista no Senado Federal. Segundo apuração de Teo Cury, no CNN Novo Dia, diversos ministros deverão deixar seus cargos para disputar vagas na Casa Legislativa.

Entre os nomes cotados para concorrer ao Senado estão Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), Rui Costa (Casa Civil), Carlos Fávaro (Agricultura e Pecuária), Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos) e Marina Silva (Meio Ambiente). Há também discussões sobre a possibilidade de Simone Tebet entrar na disputa senatorial ou, alternativamente, concorrer ao governo de São Paulo, dependendo das articulações políticas envolvendo o estado.

A ampliação da presença no Senado é considerada estratégica para o governo, já que a Casa tem atribuições fundamentais como a votação de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal, a abertura de comissões parlamentares de inquérito e a aprovação de indicações para tribunais superiores. Além disso, projetos e pautas de interesse do governo passam pela análise dos senadores, tornando essencial uma base de apoio sólida.

Desincompatibilização e estratégia eleitoral

Os ministros interessados em disputar as eleições precisarão deixar seus cargos até abril deste ano, cumprindo o prazo de desincompatibilização exigido pela Justiça Eleitoral. Esta medida visa impedir o uso da máquina pública a favor dos candidatos, o que desequilibraria a disputa eleitoral.

A estratégia de Lula para o Senado Federal reflete uma preocupação semelhante à que existia no campo oposto durante o governo anterior, quando havia esforços para aumentar a presença de parlamentares alinhados ao bolsonarismo na Casa. O controle do Senado é visto como crucial tanto para a aprovação de projetos governamentais quanto para questões sensíveis, como possíveis pedidos de impeachment contra ministros do Supremo.

ABN C/CNN Brasil 

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