A ação permite que profissionais de saúde adotem medidas adicionais para ajudar a vacinar e testar mais nova-iorquinos. O decreto amplia o grupo de profissionais habilitados a administrar vacinas contra o sarampo — incluindo paramédicos, profissionais de serviços de emergência médica (EMS) de nível avançado, farmacêuticos e parteiras.
Exames também poderão ser solicitados por enfermeiros, além de médicos.
Kathy Hochul destacou a importância da vacina. “Ninguém deveria ficar gravemente doente ou morrer devido a uma doença evitável por vacina. Por isso, tomei medidas para aumentar o número de profissionais de saúde aptos a realizar vacinações e testes”, disse.
Na Pensilvânia, estado vizinho, foram registrados mais de mil casos da doença. Nos Estados Unidos foram 3.887 casos em 2026, segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). Ao todo, 95% deles foram em pessoas não vacinadas. O surto começou no ano passado, quando o país registrou 2289 casos. Os números são os maiores desde 1991. A título de comparação, em 2024, foram apenas 285 casos.
Sarampo no Brasil

















