Por Vitor Hugo Girotto
O Senado do Paraguai aprovou, nesta sexta-feira (06), o impeachment do presidente Santiago Peña, determinando sua saída do cargo. A decisão foi tomada mesmo após o chefe de Estado anunciar sua renúncia ao cargo.
A renúncia não chegou a ser aceita pelo Congresso na sessão das duas Casas para analisar o caso por falta de quórum. Assim, o processo de destituição, que já havia sido aprovado pela Câmara, seguiu para votação no Senado.
Deputados apresentaram acusações de irregularidades na administração pública, principalmente relacionadas a operações financeiras do Banco Ueno e ao aumento dos investimentos do Instituto de Seguridade Social (IPS), responsável pela previdência paraguaia, na instituição bancária.
Segundo o deputado Raúl Benítez, o valor aplicado na instituição passou de 70 bilhões de guaranis, em setembro de 2023, para 2,15 trilhões de guaranis, em abril de 2026. Em dezembro de 2023, os investimentos já chegavam a 250,17 bilhões de guaranis. Um ano depois, em dezembro de 2024, alcançaram 1,77 trilhão de guaranis.
Redação com iG

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