Anadia/AL

13 de junho de 2024

Anadia/AL, 13 de junho de 2024

Polícia faz busca e apreensão contra influenciadores por fraudes em rifas

Objetivo da Operação Sorte Grande é identificar outros integrantes do grupo criminoso. A polícia também quer coletar provas de outros delitos, como lavagem de dinheiro.

ABN - Alagoas Brasil Noticias

Em 18 de abril de 2024

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Polícia Civil/Divulgação

A Polícia Civil realizou nesta quarta-feira (17) operação para cumprir sete mandados de busca e apreensão contra artistas e influenciadores digitais, em pelo menos quatro cidades do Rio.

Os investigados são suspeitos de fazer rifas ilegais pelas redes sociais. Os mandados contra cinco pessoas estão sendo cumpridos em bairros nobres do Rio de Janeiro, Niterói e São Gonçalo, na Região Metropolitana, e em Magé, na Baixada Fluminense. Foram apreendidos dinheiro, celular e cordão de ouro.

Objetivo da Operação Sorte Grande é identificar outros integrantes do grupo criminoso. A polícia também quer coletar provas de outros delitos, como lavagem de dinheiro.

Segundo os investigadores, os alvos “utilizavam artifícios fraudulentos para manipular os sorteios e controlar os resultados, garantindo lucros milionários, que são investidos na compra de veículos de luxo e mansões”.

As cinco pessoas respondem pelos crimes de jogo de azar, crime contra a economia popular e associação criminosa.

Dois dos alvos da operação desta quarta-feira se manifestaram nas redes sociais. São eles, os influenciadores Gui Polêmico, que possui 15 milhões de seguidores só no Instagram, e o Chefin, com 13,5 milhões de fãs. Ambos culparam a mídia pela operação desta quarta-feira.

“Os caras da mídia são fodas. Um bagulho pequenininho e transformaram em polêmica, em vilão. Nós que viemos da favela, não podemos ter um carrão, não podemos morar em condomínio de luxo, um sofá de R$ 15 mil. Mas podem ficar tranquilo. Deus olhou para mim e me apontou. E eu vou ter perseguição nessa Terra. A verdade vai aparecer. Tô de boa, tô tranquilo”, disse Gui Polêmico, nas redes sociais.

“A mídia sempre vai tirar nós para nada. Detalhezinho nosso assim, mínimo, vai querer tacar nós como monstros. Só que não é assim. Quando a gente faz o bem, vê se vem aqui em casa gravar. Ninguém posta. A favela não pode ter um sofá de R$ 15 mil, com 17 lugares? Se eu quiser, posso comprar um de 80 lugares para a minha casa. O problema vai ser seu? Cada um tem a sua sorte”, disse Chefin, em seu perfil.

Fonte: TNH1

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