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Por Sarah Belline
Após os ataques ao Irã neste sábado (28), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em uma de suas redes sociais que o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, morreu após os bombardeios.
O presidente dos Estados Unidos publicou em sua conta na Truth Socia l que “Khamenei, uma das pessoas mais perversas da história, está morto”, em referência ao aiatolá Ali Khamenei. Até então, autoridades iranianas negavam a informação e afirmavam que ele estava em segurança.
Redes sociais
Trump afirmou em uma de suas redes sociais que Ali Khamenei está morto
Na publicação, Donald Trump também afirmou: “Isso não é apenas justiça para o povo do Irã, mas para todos os grandes americanos e para aqueles de muitos países ao redor do mundo que foram mortos ou mutilados por Khamenei e sua gangue de bandidos sedentos de sangue”.
Na postagem, ele ainda ressaltou que membros da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), das Forças Armadas e de outras forças de segurança e policiais não queriam mais lutar e que “agora eles podem ter imunidade; depois, só terão a morte”.
No final da mensagem, ele garantiu que os bombardeios pesados e precisos continuarão de forma ininterrupta durante toda a semana ou pelo tempo que for necessário para alcançar o objetivo de “paz em todo o Oriente Médio e, de fato, no mundo”.
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Quem é o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã
Aiatolá Ali Khamenei, tinha 86 anos, o homem mais poderoso do Irã, esteve à frente do regime do país por quase 40 anos e era a principal autoridade política e religiosa do país.
Ele era tanto chefe de Estado como comandante-chefe e t inha a palavra final sobre políticas públicas do país.
Nascido em 1939, na cidade sagrada de Mashhad, Khamenei cresceu sob o governo do xá Reza Pahlavi, período em que o Irã mantinha relações próximas com o Ocidente. Participou da mobilização que culminou na Revolução Islâmica de 1979, liderada por Ruhollah Khomeini, que derrubou a monarquia e instituiu a república islâmica.
Após a revolução, ganhou espaço entre os clérigos xiitas. Em 1981, sofreu um atentado que comprometeu permanentemente sua mão direita. No mesmo ano, foi eleito presidente do país. Com a morte de Khomeini, em 1989, assumiu o posto de líder supremo, acumulando autoridade sobre as Forças Armadas, o Judiciário e os principais rumos da política externa.
Durante seu comando, o Irã fortaleceu alianças regionais e passou a apoiar grupos como o Hezbollah, no Líbano, e o Hamas, na Faixa de Gaza, dentro de uma estratégia de confrontação indireta com Israel e aliados ocidentais.
Aiatolá Ali Khamenei – khamenei.ir/Reprodução
* iG
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