A investigação sobre o atropelamento que resultou na morte da servidora pública Tamara Silva de Oliveirade 32 anos, ganhou um novo elemento. Além de responder pelo acidente ocorrido na manhã da última terça-feira (21), em Palmeira dos Índios, o caminhoneiro preso em flagrante passou a ser investigado pela suspeita de dirigir sob efeito de substâncias psicoativas.
De acordo com o chefe de operações da Delegacia Regional de Palmeira dos Índios, Diogo Martins, uma testemunha relatou que, logo após descer do veículo, o motorista teria admitido espontaneamente ter ingerido “arrebite”, nome popular dado a estimulantes utilizados por alguns caminhoneiros para reduzir o sono durante viagens prolongadas.
Segundo o policial, a testemunha afirmou que ouviu o condutor dizer: “Tô cheio de arrebite, tenho que sair daqui”. No entanto, ao ser interrogado na delegacia, o suspeito apresentou uma versão diferente dos fatos.
Em depoimento, o caminhoneiro negou ter consumido qualquer tipo de droga e alegou que teria sido vítima de um assalto. Segundo sua versão, o criminoso seria quem conduzia o caminhão no momento do atropelamento.
As declarações, entretanto, entram em conflito com os relatos de testemunhas que acompanharam o trajeto do veículo. Elas afirmaram à Polícia Civil que o motorista permaneceu sozinho durante todo o percurso, o que reforça as dúvidas sobre a versão apresentada pelo investigado.
A Polícia Civil segue apurando o caso para esclarecer as circunstâncias do acidente e verificar se o uso de substâncias estimulantes contribuiu para a ocorrência que vitimou Tamara Silva de Oliveira.
Fonte: 7 Segundos

















