
O Banco Central informou, nesta terça-feira (8), que o montante total “esquecido” em instituições financeiras soma cerca de R$ 5,6 bilhões, conforme dados de julho.
Houve um aumento no dinheiro disponível para resgate. Os dados divulgados em agosto, referentes a junho somavam R$ 5,1 bilhões.
Segundo a autoridade monetária, R$ 4,24 bilhões estão disponíveis para 23,6 milhões de clientes, enquanto R$ 1,4 bilhão pode ser retirado por 2,2 milhões de empresas.
Como consultar o dinheiro esquecido
Acesse o site do Sistema de Valores a Receber (SRV) no período de saque informado na primeira consulta. Caso tenha esquecido as datas, é possível voltar ao sistema na repescagem.
Faça login na conta gov.br (nível prata ou ouro). Caso não tenha conta em alguns dos dois níveis, adiante o cadastro ou aumente o nível de segurança (no caso de contas tipo bronze) no site ou no aplicativo Gov.br.
Leia e aceite o termo de responsabilidade.
Verifique o valor a receber, a instituição que deve devolver o valor e a origem (tipo) do valor a receber.
Escolha a opção, entre as indicadas pelo sistema: “Solicitar por aqui”, para devolução do valor via Pix, em até 12 dias úteis; ou “Solicitar via instituição”, voltado para usuários que não têm Pix.
A maior parte dos valores é de até R$ 10 (69,45%), e a menor parte, de valores acima de R$ 1 mil (2,22%).
Além disso, os bancos são os maiores detentores dos valores esquecidos, seguidos por consórcios, cooperativas e instituições de pagamentos.
A adesão ao novo serviço é facultativa, e todas as demais funcionalidades do sistema permanecem iguais.
Anteriormente, o Ministério da Fazenda havia informado que não havia prazo para os clientes retirarem os recursos das instituições financeiras. No entanto, com o lançamento do Desenrola 2.0, isto mudou.
O governo federal estabeleceu, por meio de portaria, que o saldo do “dinheiro esquecido”, informado pelas instituições financeiras ao Banco Central até 31 de dezembro de 2024, seria transferido ao FGO.
A portaria, no entanto, ressalvou que 10% do montante serão reservados para atender a eventuais demandas de devolução de valores.
O Ministério da Fazenda informou, no último dia 27 de maio, que as instituições financeiras já haviam transferido R$ 5,7 bilhões em recursos não resgatados por clientes ao Fundo Garantidor de Operações.

















