
Completam o ranking a América do Sul (356, 22%), a Ásia (56), o Oriente Médio (41), a África (20), a América Central e Caribe (8) e a Oceania (8). As quatro últimas regiões somadas, entretanto, respondem por menos de 8% dos registros.
No recorte por país, quem lidera isoladamente são os Estados Unidos, com 397 casos, seguidos pela Bolívia (258) e pela Itália (153).
Completam a lista dos países com maior número de registros Portugal (144), Reino Unido (102), Espanha (79), Irlanda (65) e Bélgica (43). Os cinco países europeus mais bem colocados — Itália, Portugal, Reino Unido, Espanha e Irlanda — concentram 543 casos, quase três quartos dos registros de toda a região.
O cenário muda quando se considera a taxa de casos em relação à população de brasileiras residentes em cada país. Os maiores índices aparecem em países com comunidades brasileiras menores, como Guiné, com um caso para cada 12 brasileiras; Cabo Verde, com três para cada 60; e Albânia, com dois para cada 70 brasileiras.
Salto boliviano
Segundo o Mapa, o salto não significa necessariamente que a violência tenha aumentado na mesma proporção. O resultado está relacionado também ao reforço do atendimento consular: depois que o Consulado-Geral em Santa Cruz de la Sierra passou a contar com uma psicóloga especializada, mais brasileiras se sentiram encorajadas a buscar ajuda e formalizar os relatos.
Falta informação
Mesmo na Europa, região que concentra o maior número de casos, 31,4% dos países não apresentam registros. A ausência de notificações, porém, não significa necessariamente que não haja casos de violência.

















