O governo de Israel expressou que o episódio foi tratado com gravidade e que a conduta do militar é incompatível com os padrões esperados de suas tropas. Líderes cristãos locais afirmaram repudir o ato e disseram que símbolos sagrados foram desrespeitados.
O tenente-general do Exército libanês declarou que autoridades locais investigam o caso e que medidas serão tomadas conforme a conclusão das apurações. A autoridade militar israelense informou que está cooperando com a comunidade cristã para restituir a estátua ao seu lugar.
Reações internacionais e contexto
O embaixador dos EUA em Israel enfatizou a necessidade de consequências rápidas e públicas para o ocorrido. O episódio ocorre em meio a um cessar-fogo mediado pelos EUA, vigente desde a sexta-feira, que interrompeu parcialmente seis semanas de confrontos entre IDF e Hezbollah.
Dados oficiais apontam que, desde o início da operação militar em 2 de março, mais de um milhão de pessoas foram deslocadas no Líbano, com mais de 2.290 mortes, incluindo crianças e profissionais de saúde. Em Israel, ataques de Hezbollah já deixaram mortos e feridos, conforme autoridades locais.
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