Segundo informações divulgadas pela estatal, a perfuração e a aquisição de dados geológicos foram concluídas. O poço alcançou 7.081 metros de profundidade total, incluindo 2.886 metros de lâmina d’água.
Em nota, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou que a “persistência técnica permitiu que fossem realizadas três descobertas no mesmo poço”. Segundo ela, o resultado aumenta o otimismo da companhia em relação ao potencial exploratório da Margem Equatorial.
Novas perfurações
A Bacia da Foz do Amazonas integra a Margem Equatorial, uma extensa faixa marítima que se estende do Amapá ao Rio Grande do Norte e é considerada uma das principais fronteiras de exploração de petróleo no país.
A região também desperta interesse internacional pelo potencial de suas reservas. Na vizinha Guiana, a exploração de petróleo transformou o país em um dos novos produtores relevantes do mercado global. A expectativa é que as amostras brasileiras apresentem características semelhantes às do óleo encontrado em território guianense.
A identificação de novos reservatórios, entretanto, ainda não significa que a região esteja pronta para produzir comercialmente. A delimitação das reservas e as avaliações técnicas posteriores serão fundamentais para determinar a viabilidade econômica da exploração.


















