
Por: Leonardo Sobreira
Silveira qualificou as ações de Zema enquanto governador como “insanidade” e defendeu a eleição de um nome sintonizado com o governo federal. Ele também reafirmou seu apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O ministro não citou Zema diretamente.
“Minas Gerais ficou para trás. Minas Gerais, infelizmente, pela insanidade do ex-governador, se distanciou do governo federal, não dialogou. O diálogo é a única forma de construir política pública, é a única forma de buscar caminhos para problemas tão graves que ainda vive a nossa sociedade. Ele não dialogou, se distanciou do nosso governo, quis fazer críticas desde o princípio, não desceu do palanque quando ganhou a eleição, não teve a responsabilidade de entender que ele tinha que ser governador e que tinha ver as eleições de forma republicana quando saísse do governo. Não, ficou 3 anos simplesmente sem a noção de que ele tinha sido reeleito pelo povo mineiro, e isso causou muito prejuízo a Minas Gerais. Mas vamos olhar para a frente, vamos olhar para um novo momento, para, eu acredito, a reeleição do presidente Lula, para a eleição de um governador sinergizado com o governo Lula, para que a gente possa, aí sim, restabelecer, trazer novas empresas e a pujança da nossa economia”, disse Silveira a jornalistas, após a assinatura do Acordo de Cooperação Técnica entre o MME e o Consórcio Público para Defesa e Revitalização da Bacia do Rio Doce (CORIDOCE), em Mariana (MG).
Mais cedo, em Mariana, Silveira assinou Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com o CORIDOCE para a implementação do Projeto Escolas Resilientes do Rio Doce (PERRIDOCE). Serão investidos mais de R$ 100 milhões na iniciativa, estabelecida no Novo Acordo do Rio Doce, de acordo com o MME.
O ato contou com a presença do prefeito de Mariana e presidente do CORIDOCE, Juliano Duarte, além de representantes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e prefeitos dos municípios contemplados. A iniciativa integra os projetos de reparação e desenvolvimento regional previstos no Novo Acordo do Rio Doce.
A iniciativa visa otimizar o conforto térmico e a eficiência energética em escolas públicas municipais da região. O projeto prevê a instalação de equipamentos de ar-condicionado em mais de 600 unidades de ensino, contemplando cerca de três mil salas de aula.
A medida beneficiará aproximadamente 100 mil alunos e profissionais da educação em 49 municípios da Bacia do Rio Doce — sendo 38 localizados em Minas Gerais e 11 no Espírito Santo.
Redação com Brasil 247


















