As investigações apontam que a vítima foi dopada antes do crime. O laudo toxicológico revelou a presença de diversas substâncias químicas em seu sangue, reforçando a suspeita de que ela foi drogada.
O crime aconteceu na noite de 6 de dezembro, após uma confraternização escolar. A jovem foi estuprada, agredida e asfixiada, ficando em coma por cinco dias. Desde então, enfrenta graves sequelas e precisa de ajuda para realizar atividades básicas.
A Polícia Civil pede que qualquer informação sobre o paradeiro do suspeito seja repassada anonimamente pelo Disque Denúncia 181.
Crime aconteceu em uma chácara
De acordo com a denúncia, o crime aconteceu em uma chácara pertencente à família do suspeito, localizada no Povoado Poção, zona rural do município. Horas depois de checar ao local, segundo a família dela, Daniela foi levada pelo suspeito para uma unidade de saúde desorientada, com marcas de sangue no vestido e na genitália, além de traumatismo craniano grave.
Devido à gravidade do quadro ela foi transferida para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde ficou em coma por quatro dias. Depois de acordar do coma, ela continuou internada no hospital.
Apesar do apagão sofrido entre o crime e a chegada na unidade de saúde, Daniela recordou apenas que disse ao suspeito que “não queria ter nenhum tipo de relação sexual e que não se despiu”.
Redação com G1/ Alagoas