Anadia/AL

15 de junho de 2026

Anadia/AL, 15 de junho de 2026

Pastor evangélico é preso por estuprar filhas, enteada e outras cinco vítimas no Ceará

Além do pastor evangélico, outros dois suspeitos foram presos por suspeita de crime de estupro de vulnerável.

ABN - Alagoas Brasil Noticias

Em 15 de junho de 2026

B.0

Foto: Divulgação/Polícia Civil

Um pastor evangélico de 51 anos foi preso na manhã desta sexta-feira (12) em Acaraú, interior do Ceará, por ter estuprado suas duas filhas, uma enteada e outras cinco vítimas que moram na região. A captura ocorreu durante a Operação Sagrada Infância, deflagrada pela Polícia Civil.

Além do pastor, outros dois homens foram presos por suspeita de crime de estupro de vulnerável. A operação tem o objetivo de combater crimes contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes. Durante a ação, três mandados de prisão foram cumpridos. O suspeito não teve a identidade informada para proteger as vítimas.

“Conforme as investigações policiais, um dos homens, de 51 anos, seria líder de um templo religioso e teria se aproveitado da ocupação para praticar crimes sexuais contra ao menos oito vítimas, das quais duas seriam suas filhas e uma outra sua enteada”, detalhou a polícia.

As prisões ocorreram nas localidades de Aranaú, Macajuba e Lagoa do Mato, após trabalho investigativo conduzido pela Polícia Civil. Os outros suspeitos têm 47 e 56 anos. Após o cumprimento das ordens judiciais, os homens foram conduzidos à Delegacia de Acaraú para a realização dos trâmites legais cabíveis, sendo, em seguida, colocados à disposição do Poder Judiciário.

“Pessoas que tenham sido vítimas ou possuam informações sobre casos de violência sexual contra crianças e adolescentes são encorajadas a procurar a Delegacia de Polícia mais próxima ou utilizar os canais oficiais de denúncia”, destacou a polícia.

Além do pastor, outros dois homens foram presos. As imagens foram borradas para evitar identificação de vítimas. — Foto: Divulgação/Polícia CívilAlém do pastor, outros dois homens foram presos. As imagens foram borradas para evitar identificação de vítimas. — Foto: Divulgação/Polícia CívilRedação com G1

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