A UNE informou no X que investiga as causas do “desligamento total” do sistema. É a terceira vez em 2026 que todo o país fica no escuro e, antes mesmo do colapso, quase dois terços da ilha já estavam sem energia.
Para os cubanos, o apagão geral se soma aos cortes programados que já duram horas e, mais recentemente, dias. Com o verão caribenho, muitas pessoas não conseguem trabalhar ou dormir sem ventilador ou ar-condicionado.
A situação afeta hospitais, escolas e o transporte. Padarias e pequenos comércios também param, porque a ilha depende quase totalmente da rede pública.
Por que o sistema quebrou de novo
A isso se soma o fim dos envios subsidiados de petróleo da Venezuela e as sanções dos EUA, que dificultam a compra de combustível no exterior. O governo cubano afirma que o “bloqueio energético” imposto pelos EUA é o principal fator da crise.
Equipes da UNE trabalham para restabelecer o fornecimento por etapas, começando por serviços essenciais. Mas, sem combustível e com a rede envelhecida, os técnicos alertam que novas quedas podem ocorrer.

















