
As eleições só são na terça-feira (3/11), no entanto, o sistema de votação dos Estados Unidos permite que os eleitores votem antecipadamente, presencialmente ou por correspondência.
Segundo dados do Laboratório Eleitoral da Universidade da Flórida, a maioria dos votantes é registrada como democrata: 43.4%. Outros 31.6% são republicanos, partido do presidente Donald Trump. Essas estatísticas não representam votos efetivos, já que a contagem só começa no dia da eleição.
O estado com maior comparecimento às urnas até o momento é o Texas, com mais de 6 milhões de votos. O estado é considerado chave neste pleito, já que concentra o segundo maior número de deputados do país.
A lei denominada Uniformed and Overseas Citizens Absentee Voting Act (Lei de Voto por Correspondência para Cidadãos no Exterior e Membros das Forças Armadas) permite que todo norte-americano vote pelo correio, caso deseje. O mecanismo permite que cidadãos dos EUA residentes no exterior exerçam o direito ao voto.
A modalidade é alvo de constantes críticas de Donald Trump, que acusa o sistema de fraudes. Em março, ele publicou um decreto que limita quem pode votar por correspondência. Mas, em setembro, a Suprema Corte proibiu que as medidas fossem implementadas para esta eleição.
Papa Leão
Eleição de meio de mandato


















