A possibilidade de Marina Candia (PSDB), esposa de JHC (PSDB), vencer uma das duas vagas ao Senado teria alterado os planos do candidato ao governo de Alagoas.
A ideia é que, se eleita e com JHC também eleito, o casal não fique separado dos filhos pequenos, com Marina morando em Brasília e JHC em Maceió.
Nesse cenário, ela assumiria uma secretaria estadual de grande visibilidade.
Esse seria um dos fatores considerados para o descumprimento do acordo com Ronaldo Lessa, pelo qual o pedetista ocuparia o lugar de Eudócia Caldas, mãe de JHC, como primeiro suplente de Marina.
O crescimento da candidatura de Marina teria ficado acima do esperado. Em caso de vitória, Eudócia seria considerada totalmente alinhada aos interesses da família no Senado.
O tema já é tratado por lideranças de vários partidos da base aliada de JHC. Ouvi o mesmo relato de diferentes interlocutores.
Quanto a Ronaldo Lessa, de acordo com fontes, a indicação de Jurandir Boia para a segunda suplência teria sido uma forma de impedir que JHC escolhesse alguém do seu interesse.
O PDT agora avalia, com integrantes da legenda no Estado e no Diretório Nacional, qual posicionamento adotar e quais procedimentos tomar.
EM TEMPO – Se os dois não forem eleitos, Marina também ocuparia uma secretaria de grande visibilidade na Prefeitura de Maceió.
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