Por Paulo Emílio
O ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a suspensão da campanha de Renan Santos, candidato do Missão à Presidência da República. A medida impede a realização de propaganda eleitoral pela chapa, suspende repasses do Fundo Eleitoral e retira dos candidatos o direito de participar de debates em rádio, televisão, podcasts e outros meios de comunicação. A decisão foi tomada no domingo (30) e divulgada nesta segunda-feira (31).
Segundo o G1, Toffoli, relator do pedido de registro da candidatura de Renan, fundamentou a medida na constatação de perfis considerados irregulares que estariam divulgando conteúdos favoráveis ao candidato.
A suspensão também alcança Aroldo Medina, candidato a vice-presidente na chapa do Missão.
Perfis irregulares motivaram medida
Ao justificar a decisão cautelar, Toffoli afirmou ser necessário interromper os benefícios que, segundo o ministro, teriam sido obtidos de maneira irregular em razão da omissão de endereços.
“A constatação é suficiente para, no exercício do poder geral de cautela, determinar, de ofício, medidas necessárias para impedir a continuidade dos benefícios obtidos de forma inidônea em razão da omissão dos endereços”, diz trecho da decisão.
Com a determinação, a chapa fica impedida de realizar propaganda eleitoral e deixa de receber repasses do Fundo Eleitoral. Renan Santos e Aroldo Medina também ficam sem o direito de participar de debates promovidos por rádio, televisão, podcasts e outros meios de comunicação.
Registro da candidatura foi adiado
A suspensão ocorre enquanto o pedido de registro da candidatura de Renan Santos permanece sob análise no TSE. Toffoli já havia adiado, durante o fim de semana, o julgamento do registro da candidatura presidencial.
Apesar da decisão, de acordo com a reportagem,Renan Santos cumpriu agenda de campanha nesta segunda-feira (31), em São Paulo.
Fonte: Brasil 247

















