
Por Ítalo Timóteo
A tragédia registrada nesta quarta-feira (20) em Delmiro Gouveia, no Sertão de Alagoas, causou forte comoção entre policiais civis, familiares e moradores da região. Os agentes Denivaldo Jardel e Yago Gomes morreram durante uma diligência policial após serem baleados pelo próprio colega de trabalho, identificado como Gildate Góes.
Segundo informações apuradas, Gildate Góes foi preso em flagrante poucos minutos após o crime em uma ação da própria Polícia Civil com o apoio da Polícia Militar (PELOPES), e o serviço reservado. Durante a prisão, ele teria demonstrado comportamento confuso e afirmado não saber exatamente o que aconteceu, repetindo apenas que “a cabeça é uma merda”.
Após ser detido, o policial civil foi encaminhado para a Casa de Custódia, onde permanecerá à disposição da Justiça.
As vítimas foram identificadas como Denivaldo Jardel e Yago Gomes, ambos policiais civis bastante conhecidos entre os colegas de corporação.
Yago Gomes estava há cerca de três anos na Polícia Civil de Alagoas. Casado e pai de uma filha pequena, ele era considerado um profissional dedicado e comprometido com o serviço policial.
Já Denivaldo Jardel era natural de Serra Talhada, em Pernambuco, e pai de três filhos. Recentemente, havia comemorado o nascimento de uma menina, além da aprovação do filho mais velho no curso de Medicina, motivo de orgulho para toda a família.
O caso gerou grande repercussão em todo o estado e deverá ser investigado para esclarecer o que teria provocado o surto do policial civil preso em flagrante.
Mensagens de luto e homenagens aos agentes mortos começaram a se espalhar rapidamente pelas redes sociais, principalmente entre integrantes das forças de segurança pública de Alagoas.
Redação com ITNOTÍCIAS

















