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Por Fernando Moreira
A ligação para o serviço de emergências (911) de Chance Allison mostravam um homem em desespero diante de uma cena aterrorizante, ocorrida no último domingo (28/6).
“Os dois braços, os dois braços dela foram arrancados!”, gritou ele. Uma amiga ouvida ao fundo completou:
“Um deles está pendurado por um fio.”
Brittany Clark, que tinha 31 anos, havia sido atacada por um jacaré de cerca de 4 metros de comprimento quando se banhava numa parte de cerca de 90 centímetros de profundidade no rio Econlockhatchee (Flórida, EUA).
Quando perguntado onde estava o outro braço, Chance respondeu:
“Sumiu.”
O namorado da vítima disse ao atendente que havia conseguido tirar Brittany da água com a ajuda da amiga.
A amiga falou:
“Depressa! Ela está perdendo muito sangue… precisamos estancar o sangue!”
Chance reforçou a urgência:
“Estamos longe da trilha, estamos em uma pequena área de acesso ao rio… Precisamos de ajuda agora!”
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A ajuda não demorou, anunciou o atendente do 911:
“Vocês podem ver um helicóptero. Se o virem, tentem sinalizar para ele, se possível.”
Brittany sobreviveu ao ataque inicial e foi levada às pressas para um hospital próximo, mas acabou não resistindo aos ferimentos.
Como foi o ataque
O jacaré agarrou Brittany por um dos braços e iniciou o chamado “giro da morte”, técnica usada por jacarés e crocodilos para imobilizar e afogar presas ao girarem veloz e violentamente sob a água. Chance tentou fazer o animal soltá-la, mas ambos acabaram sendo arrastados para dentro do rio.
Em determinado momento, o namorado conseguiu libertar um dos braços da vítima, mas o jacaré voltou a agarrá-la. Quando o animal finalmente a soltou, Chance conseguiu levá-la até a margem e iniciou manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP), enquanto o serviço de emergência 911 era acionado.
Redação com Extra Online



















